Pedi três reais pra minha mãe pra comer um lanche no cursinho, mas era só uma desculpa pra usar o dinheiro comprando cigarros.
Então desci lá e encontrei alguns colegas, ainda faltava um tempo pra aula começar e fui até um bar que ficava próximo ao colégio. Cheguei lá e encontrei uns dois conhecidos do Potiguá e dessa cena londrinense. O balconista do boteco era um gordo com os dentes tortos. Tirei o dinheiro do bolso e pedi:
- Me da um maço de Marlboro light, por favor.
- O que?
- Marlboro light.
- Que que é isso?
- O cigarro, marlboro.
- Ahh, cigarro é 1,30.
Como o cara não sabia o que era marlboro light e o boteco era um boteco mesmo já deduzi que o cigarro de 1,30 que ele tinha lá era milhão ou algo parecido. Então sai e fui até o supermercado que fica logo ao lado do bar e em frente a rua do meu cursinho.
Entrei e andei um pouco. Pra entrar nos caixas ia ser uma merda. Tinha que selar a bolsa com um plástico lacrado que eles colocavam para não furtarem nada, encarar uma fila até o caixa e nesse tempo todo eu já teria perdido brincando uns 15 minutos. Então fui até a banca que ficava ali dentro do supermercado mesmo onde eu sempre parava para ler as matérias de capa dos jornais, especialmente as do jornal de esportes.
Entrei e uma menina estava lá parada atrás dum pequeno balcão com os cigarros todos atrás no suporte de vidro que ficava acima de sua cabeça. Joguei o dinheiro no balcão e disse:
- Um maço de Marlboro light, por favor.
- Você é maior de idade? Perguntou meio desconfiada.
- Sou. Quanto é?
- 2,80
Contei as moedas e paguei. Ainda sobravam uns 40 centavos.
- Tem fósforos?
- Não.
- Obrigado.
Sai de lá e fui pra aula. Encontrei o Pg e a Rafinha e matamos a primeira. Entramos e assistimos as duas aulas de geografia seguidas. Eram boas aulas, a professora falou um pouco sobre geo-política e depois sobre magma e interior da terra.
Fomos pro intervalo e fumei mais uns dois cigarros lá na frente enquanto conversava com o Pg. Voltamos pra aula de biologia, mais duas seguidas. O professor até que era um cara gente boa, mas a matéria era sobre composição dos ovos e era uma grande merda que não ia adicionar nada a minha vida. A Rafinha disse que estava com fome e saí com ela pra ela comer um lanche num lugar ali perto.
Voltamos pra frente do colégio e ficamos conversando enquanto eu esperava minha mãe chegar. Queria fumar mas não tinha fogo, só tinha emprestado os do Pg até agora.
Minha mãe chegou um tempo depois e voltamos pra casa. Tinha feito sopa e comi dois pratos. Subi pro meu quarto e fiquei na Internet. Peguei outro prato de sopa, fumei mais um cigarro e isso foi mais um dia de semana cretino.
terça-feira, 31 de julho de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
30 de julho de 2007 - 22:49
Depois de duas semanas sem aulas do cursinho voltei hoje e tive a certeza absoluta de que eu não nasci para ficar em salas de aula. Ver todos os professores tentando ensinar todas aquelas matérias chatas e todos aqueles alunos querendo entrar na UEL como se fosse a coisa mais importante do mundo e como se uma faculdade pudesse os transformar em alguém realmente importante e legal.
Eu não dou a mínima para a UEL nem dou a mínima para fazer nenhuma outra faculdade e nem acho que isso torne as pessoas melhores ou piores que as outras. Só estou fazendo essa porcaria de cursinho para ter uma desculpa para ir para SP e me livrar dessa cidade e de todas essas coisas que me deixam deprimido dia após dia.
Eu não dou a mínima para a UEL nem dou a mínima para fazer nenhuma outra faculdade e nem acho que isso torne as pessoas melhores ou piores que as outras. Só estou fazendo essa porcaria de cursinho para ter uma desculpa para ir para SP e me livrar dessa cidade e de todas essas coisas que me deixam deprimido dia após dia.
sábado, 28 de julho de 2007
28 de julho de 2007 - 20:44
Eu estou realmente infeliz com o rumo que as coisas estão tomando. Cansei de ser aquele cara que fica sempre sozinho ali num canto bebendo e esperando que algo aconteça. Cansei de tentar esperar uma solução cair do céu enquanto todas as outras pessoas tem coisas legais para fazer e para falar e eu vivo a vida como um coadjuvante sem importância num filme preto e branco onde no final eu provavelmente vou ser o personagem que ninguém vai lembrar o nome e nem saber porque estava no filme.
Estão todos tentando ser alguém e todos realmente vivendo a vida como ela deve ser vivida enquanto eu apenas existo e passo a semana sem fazer merda alguma, apenas lamentando sobre tudo e aguardando ansiosamente o final de semana chegar para que eu possa gastar toda a minha misera mesada num bar qualquer onde eu vou continuar lamentando qualquer coisa e enchendo de merda os ouvidos de quem esta perto de mim.
Um tempo sozinho também não seria nada mal. Eu podia ficar com minhas garrafas de cerveja num canto qualquer, sem querer ser nada pra ninguém, sem querer impressionar ninguém e nem atrapalhar ninguém.
Estão todos tentando ser alguém e todos realmente vivendo a vida como ela deve ser vivida enquanto eu apenas existo e passo a semana sem fazer merda alguma, apenas lamentando sobre tudo e aguardando ansiosamente o final de semana chegar para que eu possa gastar toda a minha misera mesada num bar qualquer onde eu vou continuar lamentando qualquer coisa e enchendo de merda os ouvidos de quem esta perto de mim.
Um tempo sozinho também não seria nada mal. Eu podia ficar com minhas garrafas de cerveja num canto qualquer, sem querer ser nada pra ninguém, sem querer impressionar ninguém e nem atrapalhar ninguém.
terça-feira, 17 de julho de 2007
17 de julho de 2007 – 19:12
Acordei com a sensação de que ainda era cedo. Me virei nas cobertas e tossi aliviando um pouco minha sofrida gripe. Levantei e fui até o quarto de meu pai onde dormem ele e meu irmão. Se nenhum deles estivesse lá provavelmente já seria um pouco tarde.
Tinha ido dormir as 6 horas da manhã mas agora estava descansado. Liguei a TV e passei pelos canais para tentar descobrir algum progama conhecido que me indicasse as possíveis horas. Não achei nada disso, apenas competições de Handball e Ginástica Olímpica do Panamericano do Rio de Janeiro.
Fiquei um tempo sentado e meu irmão apareceu. Perguntei que horas eram e ele disse que faltavam 10 pras 5. Duvidei e perguntei de novo depois. Agora já eram 5 da tarde.
Continuei em frente a televisão vendo um especial Barão Vermelho que passava na Mtv. Depois começou outro especial no mesmo formato sobre o AC/DC. Ouvi meu irmão gritando incessantemente para mim. Depois de muitos gritos abri a porta do quarto e ele berrava que era telefone para mim. Atendi e era o Hermano. Não gostava de falar ao telefone, era curto e grosso e era algo muito chato pra mim. Ele perguntou sobre meu estado de saúde para saber se poderíamos ir para São Paulo ficar na casa do seu tio na quarta ou quinta. Ele não queria ir sem mim pra não ficar sozinho por lá, por isso também dependia do estado da minha saúde.
Desliguei e assisti outro especial em seguida, dessa vez sobre os Strokes. Bandinha ordinária e chata. Terminou e mudei pra globo. Fiquei assistindo malhação até acabar. Depois fui até a cozinha e tomei algumas colheradas de mel com própolis para ajudar na minha gripe.
Subi até o escritório e meu irmão mexia no computador. Fiquei pedindo pra ele sair por uns 15 minutos. Depois de muita insistência ele saiu e eu entrei.
O telefone tocou e eu atendi. Era meu pai querendo saber o que tinha feito. Fui curto e grosso novamente, não suportava falar ao telefone. Ele ficou perguntando que horas eu havia ido dormir na noite anterior. Depois pedi para comprar um remédio para minha gripe e ele disse que a gripe podia ser curada com mel e própolis e disse que ele mesmo não tomava remédios e curava suas gripes assim. Eu disse que não era ele e que eu tomaria remédio, pois estava precisando. Ele disse que não gostava do meu tom de voz. Tentei encerrar a conversa, mas ele pediu para chamar meu irmão. Gritei muitas vezes e ele não ouviu. Já estava irritado e ia desligar quando ele atendeu da outra linha.
Continuei em frente ao computador ouvindo Buddy Holly.
Tinha ido dormir as 6 horas da manhã mas agora estava descansado. Liguei a TV e passei pelos canais para tentar descobrir algum progama conhecido que me indicasse as possíveis horas. Não achei nada disso, apenas competições de Handball e Ginástica Olímpica do Panamericano do Rio de Janeiro.
Fiquei um tempo sentado e meu irmão apareceu. Perguntei que horas eram e ele disse que faltavam 10 pras 5. Duvidei e perguntei de novo depois. Agora já eram 5 da tarde.
Continuei em frente a televisão vendo um especial Barão Vermelho que passava na Mtv. Depois começou outro especial no mesmo formato sobre o AC/DC. Ouvi meu irmão gritando incessantemente para mim. Depois de muitos gritos abri a porta do quarto e ele berrava que era telefone para mim. Atendi e era o Hermano. Não gostava de falar ao telefone, era curto e grosso e era algo muito chato pra mim. Ele perguntou sobre meu estado de saúde para saber se poderíamos ir para São Paulo ficar na casa do seu tio na quarta ou quinta. Ele não queria ir sem mim pra não ficar sozinho por lá, por isso também dependia do estado da minha saúde.
Desliguei e assisti outro especial em seguida, dessa vez sobre os Strokes. Bandinha ordinária e chata. Terminou e mudei pra globo. Fiquei assistindo malhação até acabar. Depois fui até a cozinha e tomei algumas colheradas de mel com própolis para ajudar na minha gripe.
Subi até o escritório e meu irmão mexia no computador. Fiquei pedindo pra ele sair por uns 15 minutos. Depois de muita insistência ele saiu e eu entrei.
O telefone tocou e eu atendi. Era meu pai querendo saber o que tinha feito. Fui curto e grosso novamente, não suportava falar ao telefone. Ele ficou perguntando que horas eu havia ido dormir na noite anterior. Depois pedi para comprar um remédio para minha gripe e ele disse que a gripe podia ser curada com mel e própolis e disse que ele mesmo não tomava remédios e curava suas gripes assim. Eu disse que não era ele e que eu tomaria remédio, pois estava precisando. Ele disse que não gostava do meu tom de voz. Tentei encerrar a conversa, mas ele pediu para chamar meu irmão. Gritei muitas vezes e ele não ouviu. Já estava irritado e ia desligar quando ele atendeu da outra linha.
Continuei em frente ao computador ouvindo Buddy Holly.
domingo, 15 de julho de 2007
15 de julho de 2007 – 23:49
Um resfriado me pegou de jeito como não pegava faz tempo. E eu fico aqui em frente ao computador, assando o nariz e amontoando lenços e pedaços de papel higiênico usados em um pequeno monte que fica ao meu lado esquerdo.
Fico pensando na minha vida. Se um dia eu vou casar, ou se um dia eu vou ter filhos e se talvez um dia eu venha a me matar. Acho isso difícil, mas a única certeza é que eu vou morrer, como todos nós. Essa certeza me arrepia na espinha e na alma. Saber que eu tenho a vida aqui e não faço o uso correto dela me deixa assim. O que eu devo esperar da vida e como eu faço para vivê-la? E se nada der certo, o que eu vou fazer?
Deus tenha piedade da minha alma.
Fico pensando na minha vida. Se um dia eu vou casar, ou se um dia eu vou ter filhos e se talvez um dia eu venha a me matar. Acho isso difícil, mas a única certeza é que eu vou morrer, como todos nós. Essa certeza me arrepia na espinha e na alma. Saber que eu tenho a vida aqui e não faço o uso correto dela me deixa assim. O que eu devo esperar da vida e como eu faço para vivê-la? E se nada der certo, o que eu vou fazer?
Deus tenha piedade da minha alma.
15 de julho de 2005 – 23:10
Eu quero que esses anos passem logo. Que essa adolescência vá embora e leve com ela todos esses problemas ridículas e todas essas preocupações desgraçadas.
Ninguém se importa com você, ninguém jamais vai se importar com você fora você mesmo, e ai é a parte difícil. Eu não consigo dar a mínima pra mim. Eu não ligo para o que vai me acontecer no futuro, por isso eu quero que esses anos vão embora.
Então os leve daqui e me deixe em paz, eu vou ficar bem, eu vou ficar bem, eu não vou ficar bem. Mas isso também não é da sua conta, nem mesmo da minha. Eu estou caído por ai, não tente me levantar, eu agradeço sua boa vontade, mas eu preciso fazer isso sozinho.
Eu preciso que isso acabe, que tudo acabe, que algo acabe, que algo comece, que a vida comece.
Ninguém se importa com você, ninguém jamais vai se importar com você fora você mesmo, e ai é a parte difícil. Eu não consigo dar a mínima pra mim. Eu não ligo para o que vai me acontecer no futuro, por isso eu quero que esses anos vão embora.
Então os leve daqui e me deixe em paz, eu vou ficar bem, eu vou ficar bem, eu não vou ficar bem. Mas isso também não é da sua conta, nem mesmo da minha. Eu estou caído por ai, não tente me levantar, eu agradeço sua boa vontade, mas eu preciso fazer isso sozinho.
Eu preciso que isso acabe, que tudo acabe, que algo acabe, que algo comece, que a vida comece.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
13 de julho de 2007 - apx 01:30
Queria ter algo pra me orgulhar, ou algo pra lutar, ou alguma força de vontade pra correr atrás das coisas e depois me sentir alguém importante e feliz por ter feito algo. Mas tudo sempre fica na mesma. Eu vou ficar sempre aqui sem fazer nada e as coisas vão continuar desanimadas e sem graça como sempre foram e como provavelmente sempre vão ser.Eu vou de mal a pior, e quando eu falo isso não é da boca pra fora. Eu sempre tive esse espírito de decadência e sempre achei que nada fosse dar certo. Sou um pessimista convicto de que nada vai mudar, mas no fundo minha alma grita para que algo mude e me faça ter vontade de viver, para que algo me anime e me faça ser alguém, para que algo me deixe realmente feliz e que eu tenha motivos para caminhar por ai com um sorriso nos lábios.Cansei de viver nas sombras, mas não tenho coragem de procurar a luz.
13 de julho de 2007 - 01:49
Estava percebendo que toda vez que surge um problema na minha frente eu o encaro como se eu fosse uma formiga e ele fosse uma montanha e isso me deixa realmente pra baixo.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
05 de julho de 2007 - apx. 18:15
Estou esperando meu pai na conveniência de um posto que serve cafés caros e sofisticados.
Não trouxe o livro que estava lendo comigo e vou beber cappucino gelado. Isso é bastante adolescente e nada cult. Um garoto de calça jeanssuja, camiseta amassada e cabelo grande escrevendo rápido em um caderno velho de cursinho com sua letra feia e garranchada.
Não trouxe o livro que estava lendo comigo e vou beber cappucino gelado. Isso é bastante adolescente e nada cult. Um garoto de calça jeanssuja, camiseta amassada e cabelo grande escrevendo rápido em um caderno velho de cursinho com sua letra feia e garranchada.
05 de julho de 2007 - 17:15
São 5:15 da tarde desta quinta feira 05/07 e estou nos primeiros bancos do ônibus que passa pelo meu bairro, o 502 ouro verde.
Estou esperando o cobrador de bigode e mal-encarado dar meu troco. Dei uma nota de 10 reais a ele e fiquei aqui esperando ele conseguir os 8 pra me dar de volta.
Estou indo para uma costureira que meu amigo Felipe Melhado me indicou para arrumar uma calça jeans que está rasgada embaixo e nos bolsos, mas não sei se vou conseguir chegar a tempo lá. Ela fecha umas 6 horas e caso eu chegue depois disso vou tentar ir até outra costureira também ali perto, na frente do prédio aonde eu morava.
Vou precisar da calça porque amanhã vou iajar para Sorocaba, para ver uma tia que operou de câncer de mama e no sábado talvez vou para São Paulo sair na noite de lá.
Depois de mandar arrumar a calça vou passar na casa do Melhado para conversarmos até o horário de eu ir para a aula no cursinho, que por sinal é um saco.
Estou esperando o cobrador de bigode e mal-encarado dar meu troco. Dei uma nota de 10 reais a ele e fiquei aqui esperando ele conseguir os 8 pra me dar de volta.
Estou indo para uma costureira que meu amigo Felipe Melhado me indicou para arrumar uma calça jeans que está rasgada embaixo e nos bolsos, mas não sei se vou conseguir chegar a tempo lá. Ela fecha umas 6 horas e caso eu chegue depois disso vou tentar ir até outra costureira também ali perto, na frente do prédio aonde eu morava.
Vou precisar da calça porque amanhã vou iajar para Sorocaba, para ver uma tia que operou de câncer de mama e no sábado talvez vou para São Paulo sair na noite de lá.
Depois de mandar arrumar a calça vou passar na casa do Melhado para conversarmos até o horário de eu ir para a aula no cursinho, que por sinal é um saco.
terça-feira, 3 de julho de 2007
4 de julho de 2007 - 00:52
Eu não sou bom em matemática e não sou bom em línguas. Também não sou bom em acordar e não sou bom em dormir. Não sou bom em andar, nem em correr e não sou bom em nenhum esporte. Não sou bom em falar, e não sou bom em escutar.
Não costumo ser bom em ler, não sou bom em cozinhar e também não sou bom em comer.
Não sou bom em transar e não sou bom em dançar, como também não sou bom em cantar e nunca fui bom em tocar qualquer instrumento. Não sou bom em atuar, não sou bom em chorar e também não sou bom em sorrir.
Pra falar a verdade, eu não sou bom em escrever e acho que também nunca vu ser bom em viver.
Não costumo ser bom em ler, não sou bom em cozinhar e também não sou bom em comer.
Não sou bom em transar e não sou bom em dançar, como também não sou bom em cantar e nunca fui bom em tocar qualquer instrumento. Não sou bom em atuar, não sou bom em chorar e também não sou bom em sorrir.
Pra falar a verdade, eu não sou bom em escrever e acho que também nunca vu ser bom em viver.
domingo, 1 de julho de 2007
1 de julho de 2007 - 22:27
Eu queria ser aquele cara despercebido e feliz. Que andasse pelos cantos sem ser notado e que se contentasse com uma vida simples. Mas infelizmente eu sou um cara estranho, que atrai olhares por todos os lugares e que não esta feliz com sua vida complicada.
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